sexta-feira, 4 de julho de 2014
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Copa do Mundo 2014 do Brasil bate recorde de prorrogações e sofre queda na média de gols
Copa do Mundo 2014 do Brasil bate recorde de prorrogações e sofre queda na média de gols
Copa do Mundo, o Brasil atingiu níveis recordes em 2014 múltipla., E porque a Copa do Mundo não terminou suas partidas até o momento, não se pode dizer que este é o recorde alcançado por apenas. Ainda assim tão claro a partir desses números que o padrão alcançado.
A Copa do Mundo 2014 com maior número de prorrogações no primeiro mata-mata com 16 times era a de 1990, na Itália, com quatro. A de 2002 registrou três tempos extras, enquanto as de 1994, 1998, 2006 e 2010 tiveram duas prorrogações nas oitavas de final.
O histórico de prorrogações em 2014 começou logo na primeira partida, disputada entre Brasil e Chile. Após 1 a 1 no tempo normal, o jogo não teve gols no tempo extra. O time de Felipão só obteve a classificação nos pênaltis, fazendo 3 a 2.
A Costa Rica foi outro time que avançou com a necessidade dos pênaltis. Com 1 a 1 no tempo normal e 0 a 0 na prorrogação, a seleção centro-americana ganhou por 5 a 3 da Grécia e se credenciou para enfrentar a Holanda.
A prorrogação teve a definição de três classificados. A Alemanha derrotou a Argélia por 2 a 1, após uma igualdade sem gols no tempo regulamentar, a Argentina fez 1 a 0 na Suíça, depois de 0 a 0 no tempo normal, e a Bélgica marcou 2 a 1 nos Estados Unidos, após 0 a 0 nos primeiros 90 minutos.
Apenas três seleções se classificaram sem a necessidade de um tempo suplementar. A Colômbia superou o Uruguai por 2 a 0, no Maracanã, a Holanda derrotou o México por 2 a 1, com dois gols no fim, e a França anotou 2 a 0 sobre a Nigéria.
O elevado número de prorrogações, contudo, não refletiu em queda do nível técnico. Dois jogos que terminaram sem gols no tempo normal se transformaram em grandes batalhas no tempo extra. Foram os casos de Argentina x Suíça e Alemanha x Argélia, que foram decididos só no fim. Bélgica x Estados Unidos também manteve a emoção até os últimos segundos.
A única baixa causada pelo equilíbrio foi na média de gols. Se na primeira fase os jogos tiveram 2,83 gols de média, as oitavas de final registraram 2,25 gols de média (18 marcados em oito partidas). Com isso, a média geral de gols caiu para 2,75.
Copa do Mundo, o Brasil atingiu níveis recordes em 2014 múltipla., E porque a Copa do Mundo não terminou suas partidas até o momento, não se pode dizer que este é o recorde alcançado por apenas. Ainda assim tão claro a partir desses números que o padrão alcançado.
A Copa do Mundo 2014 com maior número de prorrogações no primeiro mata-mata com 16 times era a de 1990, na Itália, com quatro. A de 2002 registrou três tempos extras, enquanto as de 1994, 1998, 2006 e 2010 tiveram duas prorrogações nas oitavas de final.
O histórico de prorrogações em 2014 começou logo na primeira partida, disputada entre Brasil e Chile. Após 1 a 1 no tempo normal, o jogo não teve gols no tempo extra. O time de Felipão só obteve a classificação nos pênaltis, fazendo 3 a 2.
A Costa Rica foi outro time que avançou com a necessidade dos pênaltis. Com 1 a 1 no tempo normal e 0 a 0 na prorrogação, a seleção centro-americana ganhou por 5 a 3 da Grécia e se credenciou para enfrentar a Holanda.
A prorrogação teve a definição de três classificados. A Alemanha derrotou a Argélia por 2 a 1, após uma igualdade sem gols no tempo regulamentar, a Argentina fez 1 a 0 na Suíça, depois de 0 a 0 no tempo normal, e a Bélgica marcou 2 a 1 nos Estados Unidos, após 0 a 0 nos primeiros 90 minutos.
Apenas três seleções se classificaram sem a necessidade de um tempo suplementar. A Colômbia superou o Uruguai por 2 a 0, no Maracanã, a Holanda derrotou o México por 2 a 1, com dois gols no fim, e a França anotou 2 a 0 sobre a Nigéria.
O elevado número de prorrogações, contudo, não refletiu em queda do nível técnico. Dois jogos que terminaram sem gols no tempo normal se transformaram em grandes batalhas no tempo extra. Foram os casos de Argentina x Suíça e Alemanha x Argélia, que foram decididos só no fim. Bélgica x Estados Unidos também manteve a emoção até os últimos segundos.
A única baixa causada pelo equilíbrio foi na média de gols. Se na primeira fase os jogos tiveram 2,83 gols de média, as oitavas de final registraram 2,25 gols de média (18 marcados em oito partidas). Com isso, a média geral de gols caiu para 2,75.
Alemanha e França 4/7/2014 Copa do Mundo de 2014 são rivais históricos
Alemanha e França 4/7/2014 Copa do Mundo de 2014 são rivais históricos
Alemanha e França 4/7/2014 às quartas de final na Copa do Mundo 2014
Alemanha X França
click here to watch live
Alemanha e França 4/7/2014 às quartas de final na Copa do Mundo 2014
Alemanha X França
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Sempre em lados opostos, Alemanha e França são rivais históricos dentro e fora de campo. Com campanhas muito parecidas no Mundial as duas seleções protagonizam o confronto mais equilibrado das quartas de final da Copa do Mundo de 2014. O ponto forte de ambas as equipes é a qualidade no meio campo. Pogba, Cabaye e Matuidi pela França e Lahm, Schweinsteiger e Kross, pela Alemanha, ditam o ritmo de suas seleções dentro de campo.
Não só nessa edição de Copa do Mundo as seleções europeias mantem o equilíbrio. Em toda a história, as duas equipes se enfrentaram em 23 jogos oficiais. Os franceses levam pequena vantagem, foram 10 vitórias contra 7 dos alemães, além de 6 empates. O equilíbrio aparece até mesmo no número de gols marcados onde a Alemanha leva a melhor, 39 a 38.
Em Mundiais, França e Alemanha se enfrentaram em 3 oportunidades, todas elas em fases finais. Em 58 as seleções caíram juntas nas semifinais e se enfrentaram na disputa de terceiro lugar, os franceses levaram a melhor por 6 a 3. Em 82 foi a vez de as duas se enfrentarem na semifinal, empate de 3 a 3 no tempo normal e vitória alemã nos pênaltis. Na Copa seguinte, em 86, novo confronto na semifinal e nova vitória da Alemanha, 2 a 0.
Em 2014, as duas seleções fazem campanha muito parecida. Na primeira fase França e Alemanha terminaram com os mesmos 7 pontos após vencer dois jogos e empatar um. Já nas oitavas, ambas passaram dificuldades contra seleções teoricamente mais fracas. A França bateu a Nigéria por 2 a 0 com dois gols no final da partida, enquanto a Alemanha precisou da prorrogação para bater a Argélia por 2 a 1. Os franceses marcaram 10 gols e sofreram 2 até então, os alemães marcaram 9 e sofreram 3.
O ponto de equilíbrio das equipes está no meio de campo. A França tem no trio Pogba, Cabaye e Matuidi um dos seus principais trunfos. Os três têm como principal característica defender e atacar juntos com a mesma intensidade. Já a Alemanha tem na posse de bola e na troca de passes de Lahm, Schweinsteiger e Kross a base de seu tiki-taka.
Os jogadores do Bayern de Munique são responsáveis por 35% dos passes efetuados pela seleção alemã, a com mais passes certos entre todas as equipes da Copa do Mundo. É na faixa central que o trio ocupa dentro de campo, que a Alemanha mais fica com a posse de bola durante os jogos. São os três que ditam o ritmo do time em 58% do tempo da posse de bola alemã.
Ao contrário dos alemães, os franceses têm como característica além da troca de passes, as infiltrações ofensivas em busca do gol. Finalizando mais que os comandados de Low, Matuidi e Pogba já foram às redes na Copa em uma oportunidade cada.
A partida pelas quartas de final da Copa do Mundo de 2014 entre França e Alemanha, às 13 horas, no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ),Alemanha e França 4/7/2014 às quartas de final na Copa do Mundo 2014
Não só nessa edição de Copa do Mundo as seleções europeias mantem o equilíbrio. Em toda a história, as duas equipes se enfrentaram em 23 jogos oficiais. Os franceses levam pequena vantagem, foram 10 vitórias contra 7 dos alemães, além de 6 empates. O equilíbrio aparece até mesmo no número de gols marcados onde a Alemanha leva a melhor, 39 a 38.
Em Mundiais, França e Alemanha se enfrentaram em 3 oportunidades, todas elas em fases finais. Em 58 as seleções caíram juntas nas semifinais e se enfrentaram na disputa de terceiro lugar, os franceses levaram a melhor por 6 a 3. Em 82 foi a vez de as duas se enfrentarem na semifinal, empate de 3 a 3 no tempo normal e vitória alemã nos pênaltis. Na Copa seguinte, em 86, novo confronto na semifinal e nova vitória da Alemanha, 2 a 0.
Em 2014, as duas seleções fazem campanha muito parecida. Na primeira fase França e Alemanha terminaram com os mesmos 7 pontos após vencer dois jogos e empatar um. Já nas oitavas, ambas passaram dificuldades contra seleções teoricamente mais fracas. A França bateu a Nigéria por 2 a 0 com dois gols no final da partida, enquanto a Alemanha precisou da prorrogação para bater a Argélia por 2 a 1. Os franceses marcaram 10 gols e sofreram 2 até então, os alemães marcaram 9 e sofreram 3.
O ponto de equilíbrio das equipes está no meio de campo. A França tem no trio Pogba, Cabaye e Matuidi um dos seus principais trunfos. Os três têm como principal característica defender e atacar juntos com a mesma intensidade. Já a Alemanha tem na posse de bola e na troca de passes de Lahm, Schweinsteiger e Kross a base de seu tiki-taka.
Os jogadores do Bayern de Munique são responsáveis por 35% dos passes efetuados pela seleção alemã, a com mais passes certos entre todas as equipes da Copa do Mundo. É na faixa central que o trio ocupa dentro de campo, que a Alemanha mais fica com a posse de bola durante os jogos. São os três que ditam o ritmo do time em 58% do tempo da posse de bola alemã.
Ao contrário dos alemães, os franceses têm como característica além da troca de passes, as infiltrações ofensivas em busca do gol. Finalizando mais que os comandados de Low, Matuidi e Pogba já foram às redes na Copa em uma oportunidade cada.
A partida pelas quartas de final da Copa do Mundo de 2014 entre França e Alemanha, às 13 horas, no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ),Alemanha e França 4/7/2014 às quartas de final na Copa do Mundo 2014
Brasil e Colômbia 4/7/2014 às quartas de final na Copa do Mundo 2014
Brasil e Colômbia 4/7/2014 às quartas de final na Copa do Mundo 2014
Brasil x Colômbia
Brasil x Colômbia
Copa do Mundo 2014
Após vencer o Chile nos pênaltis, o Brasil terá mais um desafio pela frente na Copa do Mundo 2014. Nesta sexta-feira, no Estádio Castelão, em Fortaleza, a equipe comandada por Luiz Felipe Scolari encara a Colômbia, às 17h, buscando uma vaga na semifinal.
A seleção brasileira, que ainda não convenceu os torcedores e a imprensa com o futebol que tantas vezes encantou o mundo, chega para este confronto tentando mostrar que não existe desequilíbrio emocional no grupo.
Na última atividade na Granja Comary antes da viagem da delegação para Fortaleza, o treinador realizou apenas uma mudança na equipe. Paulinho entrou no lugar de Luiz Gustavo, suspenso.
Durante a atividade desta quarta-feira, Felipão fez alguns testes no time titular, como a entrada de Maicon na lateral-direita na vaga de Daniel Alves, e a presença do zagueiro Henrique no lugar de Fred, com o time atuando no 3-5-2 pela primeira vez.
No meio do treino, Marcelo chamou atenção dos jornalistas ao deixar o gramado lentamente ao lado do médico Rodrigo Lasmar. Maxwell chegou a substituí-lo no time titular. Porém, segundo o assessor de imprensa da CBF, Rodrigo Paiva, o jogador está garantido no time titular.
Pelo lado da Colômbia, o técnico José Pékerman conta com o craque James Rodríguez, a principal sensação do time. O atacante, que tem 22 anos e veste a camisa 10 da sua seleção, já tem cinco gols nessa Copa, um a mais que o brasileiro Neymar.
Há 16 anos sem disputar uma Copa do Mundo, é a primeira vez na história que os colombianos chegam às quartas de final.
Líder do Grupo C com 100% de aproveitamento, a equipe eliminou o Uruguai nas oitavas de final, no Maracanã, com dois gols de James Rodríguez.
Para este duelo a Fifa escolheu o árbitro espanhol, Carlos Velasco, o mesmo que apitou as partidas entre Uruguai 2 x 1 Inglaterra e Bósnia 3 x 1 Irã, pela fase de grupos. Seus auxiliares são Alonso Fernandez e Yuste Jimenez, do mesmo país.
Prováveis escalações:
Brasil: Julio César, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Fernandinho, Paulinho e Oscar; Hulk, Neymar e Fred.
Colômbia: Ospina, Zuñiga, Zapata, Yepes e Armero; Sánchez, Aguilar, Cuadrado e James Rodríguez; Jackson Martínez e Téo Gutierrez.
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